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Grandes mestres no Museu Manabu Mabe

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Manabu Mabe viveu intensamente ao lado de amigos e artistas que se tornaram referência no mundo das artes. O Museu Manabu Mabe será o lugar deste alegre reencontro.

O visitante encontrará, dividindo o mesmo espaço com as telas de Mabe, obras de vários destes amigos, como: Tadashi Kaminagai (Hiroshima, 1898-Paris, 1982), Tomoo Handa (Utsonomyia 1906–Atibaia, 1996), Yoshiya Takaoka (Tóquio, 1909-São Paulo, 1978), Walter Shigeto Tanaka (Kumamoto, 1910-São Paulo, 1970), Massao Okinaka (Quioto, 1913-São Paulo, 2000), Tomie Ohtake (Quioto, 1913), Yuji Tamaki (Fukui, 1916-São Paulo, 1979), Alina Okinaka (Hokkaido, 1920-São Paulo, 1991), Tikashi Fukushima (Fukushima, 1920-São Paulo, 2001), Kazuo Wakabayashi (Kobe, 1931), Yutaka Toyota (Yamagata, 1931), Hisao Ohara (Karafuto, 1932-Mirandópolis, 1989), Masumi Tschuchimoto (Gifu-Ken, 1934), Kenichi Kaneko (Yokohama, 1935), Tomoshige Kusuno (Yubari, 1935), Sachiko Koshikoku (Fukui, 1937), Bin Kondo (Manchúria, 1937), Megumi Yuasa (São Paulo, 1938), Mario Ishikawa (Presidente Prudente, 1944), Kimi Nii (Hiroshima, 1947), Lydia Okumura (Oswaldo Cruz, 1948), Takashi Fukushima (São Paulo, 1950), Taro Kaneko (Gália, 1953), Yugo Mabe (Lins, 1955), Roberto Okinaka (São Paulo, 1956), Futoshi Yoshizawa (Saitama, 1964), Nobuo Mitsunashi (Tóquio, 1964) e James Kudo (Pereira Barreto, 1967), entre muitos outros expoentes.

Estes artistas, ao seu modo e na sua época, vieram ao Brasil para mudar o panorama das artes, trouxeram um novo Merchant account providers olhar à exuberância e riqueza da visualidade japonesa, mantida ao mesmo tempo íntima e generosamente explosiva ou aqui nasceram, descendentes de japoneses, praticantes de uma cultura oriental mesclada com a ocidental e foram igualmente influenciados pela luz e cor da paisagem tropical. Como inspiração comum a estes artistas está a espontaneidade, a simplicidade e a singeleza do caboclo e do caipira brasileiro, fonte permanente de curiosidade, admiração e fascínio.

Esta profusão de formas, texturas e cores que celebram a vida será vista em breve no Museu Manabu Mabe.

 
Sobre o Mabe

Manabu Mabe chegou ao Brasil ainda criança e, com a família, foi pintar fileiras de pés de café na natureza indomada do interior paulista, no início do século XX, um trabalho árduo debaixo do sol tropical. Mas também chovia e, nos feriados, com os lápis crayon trazidos da escola primária do Japão, ele retratava a paisagem em papel ou em sacos de café. Adulto, Mabe vende o cafezal e instala-se em São Paulo decidido a viver de sua arte. Pinta natureza-morta, corpo humano e se deixa seduzir pelo cubismo, mas seu destino é ser o pioneiro do abstracionismo no Brasil. Sua obra é vista em exposições nacionais e internacionais e, na esteira do sucesso de crítica e público, chega o reconhecimento na forma de importantes premiações. O artista, uma figura radiante e positiva, sempre aberta às melhores influências, registrou o belo e o calor das cores brasileiras, adotando um estilo único chamado de pintura gestual, que mistura a caligrafia japonesa com manchas cromáticas.

Seja bem-vindo, você está entrando no universo da arte de Manabu Mabe, o Samurai da Pintura no Brasil.

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Créditos: TV Cultura | TV Rá Tim Bum